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FURNAS vem investindo recursos financeiros em estudos voltados para conhecer também as espécies vegetais em áreas
sob a sua influência. Com esse intuito, a Empresa desenvolve estudos florísticos e da vegetação
que ocorre na área de influência e no entorno das usinas, com o objetivo de propor estratégias para a sua conservação.
Atualmente, FURNAS opera sete viveiros de mudas com capacidade total de produção anual de cerca de 600 mil
mudas nativas dos biomas (grande comunidade estável e caracterizada por um tipo principal de vegetal) nos quais atua, que se situam nas Usinas de Furnas, Luiz Carlos Barreto de Carvalho,
Marimbondo, Funil, Corumbá e Itumbiara, além do viveiro da Subestação de Ibiúna. No ano agrícola de 2004/2005,
FURNAS estima plantar cerca de 150 mil mudas de espécies nativas, somente na UHE Serra da Mesa. As mudas produzidas
nestes viveiros são utilizadas na recuperação das áreas de empréstimo das usinas e no reflorestamento de parte das
margens dos reservatórios, em áreas de propriedades de FURNAS.
Vale ressaltar que FURNAS é pioneira na conservação da cobertura vegetal sob os cabos condutores das linhas de
transmissão construídas recentemente (± 1998), reduzindo muito o quantitativo de Mata Atlântica e Cerrado suprimido.
Ressaltamos, ainda, que FURNAS recupera todas as áreas utilizadas durante a construção de uma linha de transmissão,
por meio do Programa de Recuperação de Áreas Degradadas (PRAD), o que minimiza bastante os impactos causados pela
construção deste tipo de empreendimento. Desde 2002, FURNAS realiza resgate de germoplasma (conjunto de materias hereditários de uma espécie), quando da construção
de suas linhas de transmissão.
Além da preocupação com a preservação da cobertura vegetal, durante a construção de linhas de transmissão também
são realizados estudos de levantamento e monitoramento da fauna silvestre.
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