Projeto Núcleos de Integração inicia terceira etapa

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/ Crédito: Vitor Bueno Sanches Machado
Famílias do bairro Rural da Lage recebem o Diagnóstico Social Participativo

 

A terceira etapa do Projeto Núcleos de Integração, desenvolvido pela Gerência de Responsabilidade Sociocultural de FURNAS (GRS.P) em parceria com o Ibase (Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas), foi iniciada, neste mês, nos bairros Rural da Lage, em Ibiraci (MG), e Nova Conquista, em Itatiaia (RJ). Nos próximos dias 16, 23 e 30 serão contemplados o Parque Mambucaba, em Angra dos Reis (RJ), a localidade de Vereador Jefferson, em Mogi das Cruzes (SP) e os bairros Cidade Nova I e II, em Foz do Iguaçu (PR), respectivamente. 

A fase atual do programa engloba a constituição do Fórum Comunitário, que acompanha as metas indicadas no Diagnóstico Social Participativo, e o Plano de Ação de Desenvolvimento Comunitário, que estabelece quem poderá executar propostas e diretrizes prioritárias referentes aos temas educação, saúde, emprego e renda, assistência social, infraestrutura urbana, esporte, lazer e cultura, para o desenvolvimento de cada região, e o prazo para sua conclusão. 


Instalação do Fórum Comunitário em Itataia (RJ)

Também há a devolução do Diagnóstico Social Participativo, documento que funciona com um raio x da comunidade contemplada e formatado através de entrevistas e reuniões com os principais agentes envolvidos.

"Os Planos de Ação são instrumentos que conferem visibilidade às comunidades à medida que qualificam suas demandas. Esses documentos  deverão ser amplamente debatidos, incluindo a presença das esferas dos governos para garantir a legitimação efetiva", explica Zuleide Pontes, da GRS.P.

O projeto, que é composto por sete etapas e será finalizado em 2020, tem financiamento de 2,4 milhões do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).


Gestão e pesquisa  

A gestão do "Núcleos de Integração" é realizada por meio de 13 indicadores que monitoram qualitativa e quantitativamente o desenvolvimento das ações nos territórios escolhidos. Com base nestes indicadores são construídos quatro instrumentos de coleta de dados obtidos através de formulários aplicados por agentes locais junto às organizações e aos moradores que compõem os fóruns comunitários e projetos de referência. Para complementar são elaborados relatórios de acompanhamento.
 

Por: Eleonora Brazão