Relacionamento com as comunidades


FURNAS conduz uma série de atividades e ações de comunicação nas comunidades onde mantém ou está construindo empreendimentos. Veja alguns exemplos de ações:


Comunicação Ambiental

Comunicação Ambiental

Tem como objetivo esclarecer os impactos da construção e operação de empreendimentos para a comunidade, além de evitar a disseminação de informações equivocadassobre a instalação e seu funcionamento. As ações de Comunicação Ambiental também ajudam a conscientizar a população para a preservação das margens dos reservatórios, a disposição correta de resíduos, o perigo das queimadas e da utilização das faixas de servidão das linhas de transmissão.

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Educação Ambiental 

A empresa conduz Programas de Educação Ambiental para as populações localizadas no entorno de seus empreendimentos e para os trabalhadores. O objetivo é abordar as implicações de danos e riscos socioambientais decorrentes da obra. Os programas seguem as Diretrizes Teórico Metodológicas de Implantação e Acompanhamento de Programas de Educação Ambiental, recomendadas pela Eletrobras e a IN 02/2012 do IBAMA. Eles abrangem medidas mitigadoras ou compensatórias, em cumprimento às condicionantes das licenças ambientais.

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Comunicação Social 

FURNAS desenvolve Programas de Comunicação Social (PCS) que criam canais de comunicação entre a empresa e a comunidade. O público-alvo indica os temas prioritários a serem esclarecidos,Educação Ambiental bem como expectativas, desejos, satisfações e insatisfações, causadas pelos empreendimentos. O trabalho dos comunicadores é a principal ferramenta deste programa. 

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Programas de Saúde Pública 

São firmados convênios e parcerias com instituições de saúde locais como secretarias estaduais e municipais de saúde, universidades, instituições de pesquisa, dentre outros, para a prevenção e controle de saúde da população.

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Comunicação com Povos Indígenas 

O relacionamento com os povos indígenas inclui a regularização de aproveitamentos hidrelétricos e respectivo sistema de transmissão e compromisso com práticas e projetos socioambientais. Um exemplo é o Programa Avá-Canoeiro do Rio Tocantins (PACTO). Para acompanhamento da execução das ações do Programa Avá-Canoeiro do Rio Tocantins (PACTO), criou-se o Programa de Gestão da Questão Indígena, coordenado por antropólogo e integrado aos programas ambientais associados à UHE Serra da Mesa.

O programa compreende ações como regularização fundiária da terra indígena Avá-Canoeiro (TI), Meio Ambiente e Etnodesenvolvimento e proteção e vigilância. Compreende, ainda, ações de educação e memória, suporte e assistência à saúde. O Programa de Apoio oferece suporte para obras e infraestrutura, bem como apoio técnico, operacional e administrativa, de modo a garantir o funcionamento e a logística necessária à execução das metas.

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Aldeias Guarani do Município de São Paulo

Em decorrência da proximidade da LT 750 kV Itaberá-Tijuco Preto III com duas das três Terras Indígenas Guarani situadas em São Paulo, o Projeto de Recuperação Ambiental e Subsistência (PRAS) foi desenvolvido nas três Aldeias Guarani, de 2004 a 2009. O projeto ganhou dois prêmios: em 2008, a 4ª edição do Prêmio Mogi News/Chevrolet de Responsabilidade Social Empresarial do Alto Tietê, e em 2009, a 10ª edição do Prêmio Von Martius de Sustentabilidade da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha.

O PRAS, fruto da parceria entre FURNAS, FUNAI e aldeias Guarani, no município de São Paulo (Terras Indígenas Barragem, Krukutu e Jaraguá), desenvolve a agricultura sustentável e projetos de geração de renda. Pesquisas científicas socioeconômicas e socioambientais auxiliam as lideranças locais a definir políticas públicas.

O Intercâmbio Cultural e a Interação Social proporcionaram condições para alianças sociais duradouras, como o casamento entre membros das etnias Avá e Tapirapé. Como resultado surgiu mais um núcleo familiar entre os Avá-Canoeiro, composto de um casal e três filhos, nascidos nos anos de 2012, 2015 e 2016.

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Arqueologia 

Além da observância às normas legais, contribui para a produção do conhecimento acerca dos modos de vida das populações pretéritas, com pesquisas arqueológicas desenvolvidas nas áreas de influência de seus empreendimentos.

Os sítios arqueológicos, testemunhos materiais de ocupação humana pretérita, são parte integrante do Patrimônio Cultural brasileiro, reconhecidos pela Constituição de 1988, em seu Artigo 216. Os bens materiais de natureza arqueológica são definidos e protegidos pela Lei nº 3.924, de 26 de julho de 1961, que lhes confere o status de bens patrimoniais da União.

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