Sage completa 20 anos de atividade

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/ Crédito: Arquivo FURNAS
Aracilba Alves, Luiz Eduardo Barata, Amilcar Guerreiro, Reive Barros, Raul Balbi Sollero e Orsino Borges

 

O diretor de Operação e Manutenção de Furnas, Djair Roberto Fernandes, participou na sexta-feira (5/07) da cerimônia de duas décadas de operação do Sistema Aberto de Gerenciamento de Energia (Sage). O evento reuniu, entre outros, na Unidade Fundão do Centro de Pesquisas de Energia Elétrica (Cepel), os diretores do Centro, Amilcar Guerreiro, Raul Balbi Sollero, Orsino Borges de Oliveira Filho e Aracilba Alves da Rocha, o secretário de Planejamento e Desenvolvimento Energético do Ministério de Minas e Energia, Reive Barros, o diretor-geral do ONS, Luiz Eduardo Barata; o diretor de Transmissão da Eletrobras e ex-diretor-geral do Cepel , Marcio Szechtman e executivos do setor.

Desenvolvido pelo Cepel, ele é responsável pelo armazenamento e análise em tempo real de todos os dados obtidos de várias fontes do Sistema Interligado Nacional. O Sage é usado em cerca de 1.400 instalações e tem, atualmente, mais de 200 empresas usuárias. O diretor-geral do Cepel, Amilcar Guerreiro, mencionou a singularidade do Sage. "Eu diria que ele, pelo porte do sistema elétrico brasileiro, é único no mundo. O sistema agrega funcionalidades típicas de um sistema de gerenciamento de energia, como controle automático de geração, análise de rede e análise de dados estatísticos. A sua evolução permite a operação econômica e segura de todo o sistema elétrico, possibilitando e agilizando a recomposição do sistema na ocorrência de qualquer distúrbio. É nisto que reside a grande importância do Sage, tendo em vista a dimensão do sistema elétrico brasileiro."

Djair Fernandes ressaltou que FURNAS foi uma das pioneiras na definição do Sage como sistema de apoio para a operação das instalações. "Lá nos idos de 1998 a direção da empresa, já antevendo os avanços tecnológicos se aproximando das salas de controle das subestações e usinas, considerou o Sage a melhor opção para a modernização do sistema de controle e monitoramento como ferramenta para o operador. A ferramenta possibilitou que os operadores pudessem exercer suas atividades praticamente da estação de trabalho, onde todas as manobras podiam ser feitas, além de obter as informações para analisar, em tempo real, as situações  e tomar decisões ante um evento. Ganhou-se em qualidade, versatilidade e eficiência. Talvez possamos dizer que a história de operação de instalações elétricas tem um divisor: Sage".
 

Por: Luiz Fajardo